7.2.10
Desordenadas (Confuso / Consciente)
Existe uma parte da minha vida, vivida algum tempo atrás, que não desabita minha memória, por mais fraca que ela seja. E que por outro lado, não sei se é um frio, uma ausência, ou se será assim, ou se só ouço lembrança.
E se for? E se for força, não há mais pra recantar nossa dança, renovar nossas esperanças, repensar nossos sonhos, ou reavaliar nossos planos.
Teu chão é meu céu, teu colo pra tudo que eu juro. Me sinto dependente, e as vezes inseguro.
Me desfaço em versos no papel, que é uma forma eficaz de estar guardado dentro de você. Sou persistente e caso não abra a porta eu pulo o muro, uso frestas, viro música, pulo da pedra mais alta.
Todas as manhãs eu chego voando pra te visitar, você não percebe, está correndo e tem tanta coisa pra fazer que não se da conta, e sendo eu tão confuso, talvez por engano eu venha te beijar e meu lado consciente faz com que mudo meu plano pra não te/me machucar.
A realidade dos rumos que as coisas foram tomadas tenta me conformar de que esta é a forma de como as coisas deveriam acontecer. Por outro lado, deixa claro que pode ser a paz, ou será paciência
 ou será assim eu ouço a esperança.
E se a dor. E se adormecer demais não existe mais o medo de sonhar, ou de acreditar que a fantasia venha a ser realizar por que os sonhos existem para serem realizados, e será uma atividade pra se levantar mais criança.
Nossa festa ainda vai começar a nossa peça era a peça que faltava e desde sempre, é você que me inspira pra eu te respirar
Em uma poesia que não acaba e sou eu quem acabo de pular da pedra para ficar claro que dois mundos distintos estão sendo tratados, o real e o imaginário.
Estarei aqui soprando a chama que te/me faz brilhar e que depois de todo esse tempo, acredito que não mais se apagará, é o que alumia meu cantar.

criado por eduu
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